Alguém já viu este filme?
Nossa é muito lindo, mas...
Tem momentos que deveríamos deixar as coisas como elas estão. Deixar o passado no seu lugar. Tentando retirar o que passou da caixinha, chamada passado, podemos nos presentear com lembranças e vivências que deveriam ficar na caixinha, ou talvez até serem lançadas fora. Lembranças servem para a caixinha e jogar no lixo do perdão.
Nossa ficar guardando tanto cacareco!!! Pra que?
Isso não ajuda a termos uma velhice sadia, nem mais feliz. Somente causa pesar e pode até danificar o que esta aind lembrar somente.Se a lembrança causa sensação de tristeza,raiva,medo,ressentimento, então é hora de tirar da inteiro.
Vai chegando um momento que nós precisamos nos desvencilharmos de tanto peso... se a bagagem está pesada, nós pagamos o excesso de bagagem, e não é barato não.
Vale a pena o perdão! Saber que você pode deixar este mundo sem muita bagagem e o que é mais importante, sem ter de pagar mais pelo lixo.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
A sabedoria é o limite
O ser humano adquire durante sua vida, aprendizados. Todo o processo de envelhecimento se norteia nestes aprendizados . Envelhecer é para a maioria, um fardo, que muitos carregam sem saberem como se livrar dele, ou apenas aceitam sem se questionarem que vantagem tem em ficarem velhos.
A maior vantagem de envelhecer é a possibilidade de ver mais de perto horizonte da vida. É caminhar em direção à plenitude, maturidade e sabedoria.
Muitos buscam a sabedoria em livros, religiões, filosofias. São todos complementos e é bom tê-los como fonte de sabedoria. Porém muitos se esquecem de seus próprios aprendizados e se esquecem também de buscarem sabedoria de quem já, primeiramente, trilhou o caminho das pedras. Cada pedra é conhecimento,experiência, aprendizado. Bom ou ruim é algo se guarda para lembrança ou para passar ao outro.
Há toda uma bagagem evolutiva do ser humano que não deve ser ignorada. Uma sociedade saudavel passa sem dúvida pela ação e interação do idoso, que com sua sabedoria e caminho percorridos, apontam-nos direções seguras. Ouvir, repensar e agir.
Quem sabe se começarmos a valorizar o idoso dentro da sociedade, não vamos ter uma sociedade mais humana, com mais valores?
A maior vantagem de envelhecer é a possibilidade de ver mais de perto horizonte da vida. É caminhar em direção à plenitude, maturidade e sabedoria.
Muitos buscam a sabedoria em livros, religiões, filosofias. São todos complementos e é bom tê-los como fonte de sabedoria. Porém muitos se esquecem de seus próprios aprendizados e se esquecem também de buscarem sabedoria de quem já, primeiramente, trilhou o caminho das pedras. Cada pedra é conhecimento,experiência, aprendizado. Bom ou ruim é algo se guarda para lembrança ou para passar ao outro.
Há toda uma bagagem evolutiva do ser humano que não deve ser ignorada. Uma sociedade saudavel passa sem dúvida pela ação e interação do idoso, que com sua sabedoria e caminho percorridos, apontam-nos direções seguras. Ouvir, repensar e agir.
Quem sabe se começarmos a valorizar o idoso dentro da sociedade, não vamos ter uma sociedade mais humana, com mais valores?
sábado, 5 de novembro de 2011
Bem vindos!!!
A Idade Sem Fronteira tem como objetivo o trocar de idéias em relação à terceira idade.Serão postados artigos referentes a esta etapa de vida tão rica e que tem tanta coisa a nos ensinar.
Alma SerenaAlma serena, a consciência pura,
assim eu quero a vida que me resta.
Saudade não é dor nem amargura,
dilui-se ao longe a derradeira festa.
Não me tentam as rotas da aventura,
agora sei que a minha estrada é esta:
difícil de subir, áspera e dura,
mas branca a urze, de oiro puro a giesta.
Assim meu canto fácil de entender,
como chuva a cair, planta a nascer,
como raiz na terra, água corrente.
Tão fácil o difícil verso obscuro!
Eu não canto, porém, atrás dum muro,
eu canto ao sol e para toda a gente.
Fernanda de Castro, in "Ronda das Horas Lentas"
Alma SerenaAlma serena, a consciência pura,
assim eu quero a vida que me resta.
Saudade não é dor nem amargura,
dilui-se ao longe a derradeira festa.
Não me tentam as rotas da aventura,
agora sei que a minha estrada é esta:
difícil de subir, áspera e dura,
mas branca a urze, de oiro puro a giesta.
Assim meu canto fácil de entender,
como chuva a cair, planta a nascer,
como raiz na terra, água corrente.
Tão fácil o difícil verso obscuro!
Eu não canto, porém, atrás dum muro,
eu canto ao sol e para toda a gente.
Fernanda de Castro, in "Ronda das Horas Lentas"
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